
(Mateus 6, 12.14.15)
"perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste vos perdoará; Mas, se não perdoardes os homens, tampouco vosso Pai vos perdoará."
Eis uma condição justa, daquele que é justo!
Queremos que o Senhor, que não possui pecado, nos perdoe! Mas nós, que estamos quase a todo tempo em meio a pecados, não nos esforçamos para entender a limitação do irmão (que também vive em constante batalha, assim como cada um de nós.)
Muitas vezes querem chorar a dor de seus pecados; mas não damos espaço para o outro chorar suas faltas contra nós em nossos próprios braços, o que cura de forma profunda, tanto em nós como no outro, se for sincero! Se tiver ao menos o desejo de ser sincero...
Quando pecamos contra Deus, Ele mesmo abre os braços e nos convida a reconciliação, mesmo antes de nos arrependermos, e quando acontece, percebemos o bem que faz ser acolhido por alguém que entende nossos limites, principalmente quando este alguém é Deus.
Nós humanos como somos, ao contrario fechamos o todo em nós. Se fomos ofendidos criticamos, murmuramos, replicamos a ofensa, isso quando não blasfemamos...
Temos de ter "olhos espirituais", para entender que pecado é pecado e pecador é pecador!
Pecado é pecado quando faz mal a alguém ou a nós mesmos, e deixa de ser pecado quando é curado e passa a não causar mais o mal (é preciso entender isso com discernimento, não com conveniência, ok??!!).
Por isso, devemos nos curar e ser fonte de cura para os outros, num abraço de reconciliação que Deus mesmo dá atravéz de nós, para que nós pecadores sejamos salvos e não mais martirizados pelo pecado!
0 comentários:
Postar um comentário